"- Eu sinto cheiro de... cheiro de... Patassaura!
- Cheiro de mim?"
Eu reconheço a importância de perfumes na história do mundo. Não o das flores, não o da comida. O que a gente compra num vidrinho. Muitos perfumes têm história, muitos são elementos decisivos em outras histórias, alguns colocam baleias em extinção e vários marcam as pessoas pelo cheiro.
É interessante sentir um cheiro e se lembrar de alguém ou simplesmente perceber que a pessoa se aproxima. Ou passar o resto do dia se lembrando que a pessoa te cumprimentou. E é muito mais fácil fazer isso através de um perfume. Hoje em dia não dá pra sentir o cheiro da pessoa em condições normais, mas ele existe. O problema é que o mesmo cheiro pode trazer à mente duas ou mais pessoas, o que tira a personalidade da coisa. Quando as pessoas mergulham no vidro não dão a possibilidade de o perfume se combinar a elas e criar o terceiro cheiro. Blahblah.
Eu não gosto de perfumes. Acho que uso umas três vezes ao ano, em ocasiões específicas, quando lembro. Pra mim, perfume tira a leveza do ar, invade o espaço alheio e pode desagradar. Você gostar do seu perfume não significa que eu também goste. Mas se ele se limitasse ao seu espaço pessoal, tudo bem.
Mas é claro que eu gosto de estar cheirosinha. Dilema.
Nem tanto. Eu prefiro as atualmente famosas e com diversos nomes colônias e refrescantes e desodorantes corporais. Cheiros menos invasivos, mais delicados e estranhamente mais diversificados. Não sei se não tenho nariz pra perfumes, mas pra mim, no fundo, todos acabam tendo o mesmo cheiro de cachaça florida. O legal dessas colônias é que são corporais. Corpo todo. O cheiro não fica no meu raio de cinco metros, fica por toda a minha pele, e quem for próximo o bastante vai sentir de leve. E dá uma ótima sensação nesses dias quentes. Em dias mais frios, eu prefiro os óleos de banho. Eles também têm a vantagem da suavidade pelo corpo todo e por ser óleo, parece que protege do frio. Em qualquer dia e a qualquer hora, cremes hidratantes também são muito bons. A Victoria's Secret tem uns sabores (são sabores sim) diferentes e super gostosinhos, mas não precisa pagar tanto pra ter um hidratante maravilhoso, que hidrata, amacia, perfuma e protege a pele.
Acho, inclusive, que arominhas que vão dos pés à cabeça sem nos anunciar e sem fazer o nariz de alguém arder têm participação na feminilidade, que vai desde a suavidade até o não exagero, dando uma passadinha na sensualidade, é claro.
Pros homens, um bom desodorante e estar limpinho basta, mas não se privem do perfume. Só não exagerem. Mas não custa experimentar uma colônia ou um hidratante, mesmo que seja só pra tirar a sensação de pele ressecada.
O mundo é cheio de exageros. As pessoas começam a pensar que quanto mais pagam ou quanto mais mergulham no perfume, melhor. Às vezes, a simplicidade e a humildade de um cheiro quase neutro encontram na pele o conjunto que dá o melhor e mais autêntico cheiro de você, com um toque colorido.
- Cheiro de mim?"
Eu reconheço a importância de perfumes na história do mundo. Não o das flores, não o da comida. O que a gente compra num vidrinho. Muitos perfumes têm história, muitos são elementos decisivos em outras histórias, alguns colocam baleias em extinção e vários marcam as pessoas pelo cheiro.
É interessante sentir um cheiro e se lembrar de alguém ou simplesmente perceber que a pessoa se aproxima. Ou passar o resto do dia se lembrando que a pessoa te cumprimentou. E é muito mais fácil fazer isso através de um perfume. Hoje em dia não dá pra sentir o cheiro da pessoa em condições normais, mas ele existe. O problema é que o mesmo cheiro pode trazer à mente duas ou mais pessoas, o que tira a personalidade da coisa. Quando as pessoas mergulham no vidro não dão a possibilidade de o perfume se combinar a elas e criar o terceiro cheiro. Blahblah.
Eu não gosto de perfumes. Acho que uso umas três vezes ao ano, em ocasiões específicas, quando lembro. Pra mim, perfume tira a leveza do ar, invade o espaço alheio e pode desagradar. Você gostar do seu perfume não significa que eu também goste. Mas se ele se limitasse ao seu espaço pessoal, tudo bem.
Mas é claro que eu gosto de estar cheirosinha. Dilema.
Nem tanto. Eu prefiro as atualmente famosas e com diversos nomes colônias e refrescantes e desodorantes corporais. Cheiros menos invasivos, mais delicados e estranhamente mais diversificados. Não sei se não tenho nariz pra perfumes, mas pra mim, no fundo, todos acabam tendo o mesmo cheiro de cachaça florida. O legal dessas colônias é que são corporais. Corpo todo. O cheiro não fica no meu raio de cinco metros, fica por toda a minha pele, e quem for próximo o bastante vai sentir de leve. E dá uma ótima sensação nesses dias quentes. Em dias mais frios, eu prefiro os óleos de banho. Eles também têm a vantagem da suavidade pelo corpo todo e por ser óleo, parece que protege do frio. Em qualquer dia e a qualquer hora, cremes hidratantes também são muito bons. A Victoria's Secret tem uns sabores (são sabores sim) diferentes e super gostosinhos, mas não precisa pagar tanto pra ter um hidratante maravilhoso, que hidrata, amacia, perfuma e protege a pele.
Acho, inclusive, que arominhas que vão dos pés à cabeça sem nos anunciar e sem fazer o nariz de alguém arder têm participação na feminilidade, que vai desde a suavidade até o não exagero, dando uma passadinha na sensualidade, é claro.
Pros homens, um bom desodorante e estar limpinho basta, mas não se privem do perfume. Só não exagerem. Mas não custa experimentar uma colônia ou um hidratante, mesmo que seja só pra tirar a sensação de pele ressecada.
O mundo é cheio de exageros. As pessoas começam a pensar que quanto mais pagam ou quanto mais mergulham no perfume, melhor. Às vezes, a simplicidade e a humildade de um cheiro quase neutro encontram na pele o conjunto que dá o melhor e mais autêntico cheiro de você, com um toque colorido.

